Black Label Society
Devidamente
aquecidos pelo Livin Garden, ficamos aguardando o
BLS e acompanhando a equipe
técnica e roadies que rapidamente prepararam o palco e instrumentos para o show
da banda principal. Após a intro New Religion, adentra ao palco o
Zakk Wylde
usando um imenso cocar indígena e detonando com Crazy Horse, seguida de Funeral Bell e Bleed for Me (
essas últimas já sem o tal cocar, que eu achei
ser dispensável, e usando a partir de então trajes típicos de motoqueiros ). Não
há dúvida de que o Zakk é o centro das atenções, mas os outros membros também
mandam bem nos seus instrumentos e tem uma movimentação de palco digna de nota,
especialmente o guitarrista Nick Catanese, que ficou na minha frente e agitou
muito com a platéia, sendo ovacionado em alguns momentos, com vários fãs
chamando o seu nome. O baixista John DeServio e o novato baterista
Mike Froedge
( ex-Doubledrive e
Speed X ) também mostraram muita garra e empatia com o animado
público presente.
Após a execução da clássica Fire It Up o Zakk nos
presenteou com um imenso solo de guitarra. Grande mesmo, deu mais de 10
minutos. A galera presente foi ao delírio, entretanto, pareceu mais um
aquecimento do que um inspirado solo, já que velocidade não é tudo num
momento como esse. Mas cada um tem sua opinião e não resta dúvida de que
Zakk Wylde é um gênio das guitarras.